Circunscrição do MP, Lúcio Luiz de Almeida Neto, afirmou hoje que os
promotores estão buscando reverter a decisão de prefeitos de afastamento
do Cimpajeú, considerando que algumas politicas públicas importantes em
área como o meio ambiente estavam sendo pactuadas conjuntamente e
sofreram descontinuidade com a decisão.
Em abril de 2017 pelo menos quatro
prefeitos formalizaram a saída do Consórcio. Evandro Valadares (São José
do Egito), Ângelo Ferreira (Sertânia), Tânia Maria (Brejinho), Adelmo
Moura (Itapetim) e Sebastião Dias (Tabira).
consequência do processo que elegeu Marconi Santana (Flores) no
consórcio. Em 27 de janeiro, a votação que escolheu a atual presidência
do Consórcio foi marcada por falta de consenso entre os dois grupos a
frente da entidade, criando uma dissidência.
determinar a saída de um consórcio. Estamos conseguindo reverter essa
situação”, disse o promotor Lúcio Almeida, acrescentando que a
irredutibilidade pode acarretar até ações do MP por não haver a
manutenção de compromissos consorciados firmados. O promotor Aurinilton
Leão já havia defendido posição similar.
Adelmo Moura, já fora convencido de que deve voltar ao consórcio. O
caminho deve ser o mesmo de Tânia Maria (Brejinho). Sebastião Dias
(Tabira) teria dito que sairia mas não formalizado. “Vamos conversar com
Evandro Valadares e buscar convencê-lo de que é o melhor para o
município”. Ângelo Ferreira é tido como carta fora do baralho, porque
passou ao Consórcio de municípios do Moxotó.